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Biden - Imigração - Mundo - Novo Normal - 07/06/2022

Criança brasileira é resgatada no México após morte da mãe que tentava entrar ilegalmente nos Estados Unidos

De acordo com o Ministério da Justiça do Brasil, a criança é filha de um casal de haitianos que morava na cidade do interior paulista. Divorciada do pai da criança, a mulher namorava outro estrangeiro, com quem decidiu em maio tentar entrar de forma ilegal nos Estado Unidos.

Da Redação – Uma criança de três anos foi repatriada ao Brasil depois que a mãe morreu ao tentar entrar de forma ilegal nos Estados Unidos. A menina chegou ao Brasil na última sexta (1°) e entregue ao pai, que vive em Jacareí no estado de São Paulo.

De acordo com o Ministério da Justiça do Brasil, a criança é filha de um casal de haitianos que morava na cidade do interior paulista. Divorciada do pai da criança, a mulher namorava outro estrangeiro, com quem decidiu em maio tentar entrar de forma ilegal nos Estado Unidos.

A inóspita selva de Darién, na fronteira entre Panamá e Colômbia

Eles seguiram com a criança até a fronteira entre a Colômbia e o Panamá, onde tentou atravessar o perigoso estreito de Darién, a mãe não resistiu e morreu. Os detalhes de como ela teria morrido não foram informados, já que a ação corre em segredo de Justiça.

Após a morte da mulher, o homem seguiu viagem com a enteada para o México. A menina foi abrigada em uma instituição na cidade de Tapachula, na fronteira entre a Guatemala e o México, com o companheiro da mãe.

A família da mãe, que é de Jacareí, acionou o Itamaraty, que viabilizou junto ao Ministério Público o processo de guarda da criança para o pai e a repatriação, seguindo de volta ao Brasil.

O companheiro da mulher permaneceu no México por decisão própria, segundo a Justiça.

Região de conflitos
A área de Tapachula, no estado mexicano de Chiapas, é conhecida por abrigar refugiados, em sua maioria composta de haitianos e africanos, que passam por ali como uma forma de conseguir acessar a fronteira com os Estados Unidos.

De acordo com a imprensa local, em março deste ano houve uma confusão provocada pela disputa por um lugar na fila para atendimento pelo Instituto Nacional de Migração do México. O confronto terminou com feridos por golpes de pau e tijolo.

Em 2019 a ONG Pueblo Sin Fronteras chegou a denunciar ações violentas feitas pelos mexicanos para prender ou expulsar os estrangeiros do país.

As informações são do G1

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